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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Ser saudades..

Não.
Não é erro.
É ser saudades e não ter saudades.
Ás vezes ela é tanta que não se tem.
É-se.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Olha...

Pode-se encher um blogue de fotos nossas e de família, dos locais que visitamos e do que comemos, mas nada é tão revelador como um poema, escrito por nós...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Notas soltas...

- Acabei de ler um livro que me tornou mais paciente e infinitamente mais atenta.

- Ao ver fotos antigas apercebi-me que sinto falta de pessoas que fizeram parte do meu dia à dia e que farão sempre parte da minha vida.

- A Nôno perdeu a sua "cinefobia"!

- Tenho vontade de tirar férias para dormir...

- Tenho muitas saudades de vir aqui.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A ultima imagem que guardei...ou como alguém disse:


" abram a janela para que a vida possa entrar no filme..."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

4 anos de ti, 4 anos de nós.


É possível que nunca venhas a ler isto. É possível que algures no tempo, entre o tempo de tu aprenderes a ler e eu deixar de escrever, tudo isto desapareça. Mas hoje é importante que te diga como tu és importante para mim.

Escrevo ao som de uma música que não toca, para que não acordes e quando te vejo tão grandemente pequena, numa luta entre os lençóis, a falta de chupeta e o sono, olho para ti e vejo-te grande. Grande como sempre te vi, mesmo quando tinhas dois quilos e cabias na palma da minha mão. Grande, mesmo quando o percentil só tinha um digito e tu não sabias respirar.

Grande Nôno, sempre grande e nunca frágil. Sempre de olho aberto e cheia de força.

Até agora só aprendi contigo, é certo que te ensinei algumas coisas, mas quem mais aprendeu fui eu. Todos os dias me mostras que há vários caminhos e o mais fácil não é para ti, mostraste-me o significado de palavras que só conhecia do dicionário e acima de tudo, és sem sombra de dúvida o meu milagre.

Agora nána. Amanhã acordo-te com um beijo e no meio dos meus braços mesmo sem muitas palavras tu saberás tudo o que deixei aqui escrito.

"Ami-ti, Nôno!"

terça-feira, 31 de maio de 2011

Hoje...

Eu era muito bem capaz de sair do trabalho todos os dias às 15h00...
Era coisa que me fazia sorrir durante uns anitos...

domingo, 24 de abril de 2011

Olha...

Saber ouvir é tão ou mais importante que saber falar...

Ás vezes acho que descuro um bocadinho essa parte, mas já é bom que o reconheça....

Vou tentar abrir mais os olhos, para ouvir melhor, ou então abrir o coração, talvez assim ouça mais do que o que foi dito.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mostrar a casa.

Quando eu era pequena, havia o hábito de mostrar a casa. Sempre que alguém visitava a minha Avó, lá íamos todos em fila indiana mostrar a casa. Não, não era um palacete. Era uma casa pequena, mas a visita demorava imenso.

Tudo era mostrado com minúcia e no fim, qual cereja no topo do bolo, a minha Avó mostrava o quarto do Toninho. A mobília tinha sido herdada da avó da minha Avó e o jarro e a bacia faziam as delicias das minhas tias ávidas, de encontrar nas porcelanas um veio da nobreza já perdida. Eu lembro-me de cada peça de cada detalhe daquela casa, que apesar de estar em ruínas, é a minha casa. Lembro da modéstia em que vivíamos e de como era diferente a casa da minha outra avó, que ostentava 11 quartos. Vazios.

Ontem tive uma visita. E o meu marido perguntou-me se mostrei a casa. Não mostrei a casa, mas mostrei a mesa. A mesa que veio da casa da minha Avó.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Às vezes...

Às vezes, quando todos já dormem, Deus entra devagarinho nos nossos sonhos e junta-nos por alguns momentos àqueles que já cá não estão.

São beijos na nuca, que nos compensam por dias piores...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Trilha...sonora.


Acho que não sabia viver sem música. A caminho de casa, enquanto conduzia ouvi uma música que outrora foi importante para mim. E viajei no tempo. Durante aqueles minutos tive vontade de rir, de chorar de fazer o tempo voltar atrás. E consegui. Só porque deu aquela música.

Todos nós as temos, as especiais. Aquelas que nos marcam ou marcaram, que tocaram naquele momento e que de uma forma ou de outra formaram a nossa trilha...a sonora.

Lembro-me de ser pequenina e gostar do Chico Buarque a cantar João e Maria, dos fados que a minha Avó cantava baixinho e nunca os acabava, das músicas que a minha mana me cantava na janela do quarto do Toninho. Lembro-me da primeira vez que ouvi jazz e não percebi, lembro-me do horror que sentia quando a fita da cassete era cuspida ou do primeiro risco no LP do George Michael. Lembro-me da primeira vez que à minha frente o Luís Represas, gritou: - Ai saudade!!!

Quanto a si, Mr. Nyman, nunca ninguém me deixou tão angustiadamente feliz, se é que isso existe...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Pois é...


Ainda não percebi como é que ninguém acertou como ia ser a minha agenda...

Era tão fácil... e havia prémio, ahhhh pois é, havia havia...

Je suis desoléeeee

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A quem possa interessar...


Há dias que tenho pensado vir aqui. Tenho pensado e muito porque este lugar me faz falta. Quem me conhece sabe que me me meti num projecto. Que tenho dias de saudável loucura e que o pouco tempo que tinha para dormir, ainda passou a ser menos. Mas estou feliz.

Prometi a mim mesma que não ia deixar de dar o meu tempo como de costume. Mas menti. Retirei tempo a mim.. O meu tempo de vir aqui, de vos ver, de vos comentar, de partilhar a minha vida.

Mas estou feliz. Descobri um outro lado de mim. Conheci pessoas fascinantes, maravilhosas de uma generosidade fora do comum e esse lado encanta-me... Tenho lido coisas fantásticas sobre pessoas que se querem bem, ganhei novas amizades e descobri que ás vezes conheço bem as pessoas sem nunca as ter visto.

Assim, a quem possa interessar ando por aí entre retalhos, rendas e fitas e com as mãos cheias de cola.

Mas estou feliz.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ponto Final

Melhor do que as palavras, do que os sinais, ele, o ponto final é por todos entendido. Ponto final, pausa. Mudar de linha ou não. Mas ponto final. Carregado, daquele que marca o papel, de caneta firme. Entenda-se ponto final.

Há para tudo um ponto final. Sem ser parágrafo, sem travessão, que nada mais tenho a dizer.

Ponto final. Pausa absoluta.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mulher de 30.

Roubado aqui

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Hino, a Bandeira e a Língua Portuguesa.

O Tio Martins ofereceu O Sabichão à Francisca. Era um jogo do meu tempo. Do tempo em que me sentava à mesa da Avó Linda a jogar e aprender. Aquele jogo fazia as minhas delicias, viajava muito naquele mesa...

Há dias voltei a jogar, na mesma mesa em que outrora aprendi muito. Não aprendi só a juntar as letras, a fazer contas ou a trautear a tabuada. Naquela mesa aprendi a ser Portuguesa, aprendi a amar o meu país, a respeitá-lo e enaltece-lo. Aprendi a ter orgulho em Portugal.

E mesmo presa a um passado quinhentista que não regressará jamais, e mesmo o País estando neste caos politico, económico e social, eu tenho orgulho. Um orgulho que me empolga quando explico cada quadra do nosso hino, cada cor da nossa bandeira, cada vez que mostro à Francisca como não deve ter sido fácil descobrir o mundo na proa de uma caravela.

Choro ao ouvir o hino e dou cabo do canastro a qualquer estrangeiro que nos aponte o dedo. Porque Portugal é como a nossa Mãe, só nós podemos dizer mal dela, se estivermos enervados. Porque Portugal é como um filho que defendemos com o corpo e a palavra.

Amanhã é o 10 de Junho, mais que um feriado é um dia de renovação e reflexão para todos os Portugueses. E se quando alguém faz anos, nós nos alegramos, festejamos e acarinhamos, amanhã é a Nossa Pátria que se levanta.

Amanhã vestirei o meu coração também de verde e jogarei Sabichão, para que também a Francisca viaje numa caravela mesmo sentada à mesa da Avó Linda.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Mudasti!?!


Esta hoje a actualizar o meu outro blogue e percebi que mudei muito...

Há três anos atrás eu não sabia coser um botão. Hoje continuo a cose-los meios tortos, mas aprendi a fazer muitas coisas.

É engraçado como de repente nasce em nós estas vontades e até nisto eu sou uma diletante... O entusiasmo com um material é normalmente sol de pouca dura...

Nos meus trabalhos ponho bocadinhos de mim e faço-os sempre a pensar em alguém. Junto-os no blogue por pura vaidade, porque gosto de olhar para eles e para que um dia não me esqueça que há sempre uma gaveta por abrir dentro de nós.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Hoje...


Hoje vi um vestido lindo de morrer, daquele verde que me fica a matar. Ou me mata sem eu saber. Depois vi uns sapatos fabulosos, babei mas só de os calçar fiquei com vertigens. Mais abaixo outro vestido, lindo bejezinho para me engordar ainda mais (who cares!)... Por fim um casaco curto, daqueles imprescindíveis para sair nas noites mais frescas (no meu caso só se for para levar o lixo) ...

Isto de ficar três dias sem sair de casa dá nestas coisas... Falta muito para o dia 23?!?!

sábado, 22 de maio de 2010

Parabéns..


Parabéns minha querida, que a vida nos faça caminhar sempre lado a lado...

Eu prometo que comerei sempre couves.

terça-feira, 27 de abril de 2010

15 dias depois...

Quinze dias depois de ter começado a dieta voltei à nutricionista para me pesar. O balanço foi muito positivo e eu fique com um sorriso de orelha a orelha...

Confessei os meus pecados....brigadeiro de quindão, pavlova de morangos e metade de um macaron que se tornou o meu vício mais recente. Mas só provei não comi. Provei, provei e provei... porque estou de dieta, mas não matei ninguém!!!

Agora vou lá voltar daqui a quinze dias com a certeza de que cada vez será mais dificil, mas apesar de tudo eu vou continuar a tentar.

Querem saber se se nota? Digamos que eu e a bailarina de Botero temos muito em comum...eu só não tenho é coragem usar para tanta lycra!!!

Uma boa semana para todos!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Os nossos amigos.

Os nossos amigos são parte de nós. Quase parte do nosso corpo e parte certa da nossa alma. Amigos daqueles que precisamos para viver, para respirar, para sermos felizes e completos.

Mas às vezes os nossos amigos estão mal. Tão mal que nos sentimos impotentes para mudar o que quer que seja. O que é injusto. Muito injusto.

Um amigo devia ter um poder quase mágico para poder resolver problemas de outro amigo. Um amigo devia de ter uma máquina do tempo e poder levar o seu amigo até àquele tempo em que a nossa vida se resumia a encher cinzeiros e falar das viagem que acabamos por nunca fazer. Um amigo deveria poder avançar o tempo, até ao momento exacto em que todos os problemas estivessem resolvidos.

Mas não, não há soluções mágicas. Resta-nos a amizade de coração aberto, de ouvir, aconselhar, de fazer rir, de fazer esquecer... Mas é tão pouco.

Mas há dias em que nos vestimos de fadas, de asinhas e varinha na mão e tentamos tudo por tudo para sacar uma boa gargalhada. Se a varinha estiver avariada, e as asas danificadas sobra sempre a magia da palavra. E amigo que é amigo sabe o que dizer na hora certa.