sábado, 22 de novembro de 2008

Quinta da Palermice

Agora que sei usar (mais ou menos) o sitemeter, descobri que veio alguém aqui parar à procura de:


QUINTA DA PALERMICE

Acredite meu caro que palermice por aqui há muita, mas é mesmo num apartamento...

QUEM ANDA AÍ?????

Depois de ver os resultados da ultima sondagem, só me vem esta pergunta à cabeça:
- Quem anda aí????
1) O Sumol arranca tantos votos como o Barca Velha;
2) A caipirinha, a água e o tintol de garrafão tem o mesmo número de votos;
3) Já ninguém bebe cevadinha e a vodka deve estar fora de moda;
4) Mas a Coca - Cola continua a ser a bebida mais vendida do mundo, não?
QUEM ANDA AÍ????
PS - só voltaremos a ter sondagens, quando me recuperar destes resultados.

A dor.



Sempre tive um medo terrível da dor.

A dor física é para mim insuportável. Não suporto uma dor de dentes, ou de cabeça, simplesmente abro o armário dos medicamentos e tomo tudo que houver para que ela desapareça. Qualquer dor é assim ignorantemente, morta à nascença.

Mas a dor dos outros, daqueles que me são próximos, daqueles que amo, daqueles que são parte de mim, essa dor é indizível.

Essa é a que mais dói. A que nos mostra como somos verdadeiramente impotentes. Essa é a dor que nos atravessa o corpo todo, a dor que mais nos enfraquece quando só precisamos de força.

Devia ser impossível meninos pequeninos terem dores, devia ser impossível as mães terem de assistir a isto e só poderem dizer:

- Vai correr tudo bem...

Mas é verdade, essa dor vai passar e, cada vez mais vai doer menos. Isso eu prometo.

Posso até jurar...

DE VOLTA!

OBRIGADA, MUITO OBRIGADA:

AOS QUE LIGARAM

AOS QUE CALOROSAMENTE COMENTARAM

AOS QUE ENVIARAM SMS'S

AOS QUE ENVIARAM E-MAILS

AOS QUE ESTIVERAM PRESENTES

AOS QUE MESMO AUSENTES, ESTÃO SEMPRE AO MEU LADO

MESMO MUITO OBRIGADA!!!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Voltamos dentro de dias...


O desafio.

Quem me conhece sabe que gosto de desafios.

Hoje este senhor, desafiou-me publicamente. E eu gostei.


Então é assim:


1 - temos de colocar uma foto nossa;

2 - escolher um músico / banda e respondemos às perguntas com os títulos das canções dele.

3 - Depois passamos o desafio a 4 "blogueiros" brilhantes e extraordinárias como nós...
e eu escolho: o meu caro MARINHEIRO, Miss Why Not, Não Compreendo as Mulheres e como não podia deixar de ser ao Meu Tio do Algarve.


Cá vai!!!





O eterno e portuguesíssimo Sérgio Godinho

1) És homem ou mulher? "Pode alguém ser quem não é?"

2) Descreve-te. " Vivo numa outra terra"

3) O que as pessoas acham de ti? "Perdida não sei em que sonho"

4) Como descreves o teu último relacionamento: "Mudemos de assunto"

5) Descreve o estado actual da tua relação: "O elixir da eterna juventude"

6) Onde querias estar agora? "O Porto aqui tão perto"

7) O que pensas a respeito do amor: "O labirinto"

8) Como é a tua vida? "Com um brilhozinho nos olhos"

9) O que pedirias se pudesses ter um só desejo? "Arranja-me um emprego", claro que não... "O primeiro dia" sempre.

10) Escreve uma frase sábia: "Isto anda tudo ligado"; "É a vida (o que se há-de fazer?)"




quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Tenho dias que...


... olho constantemente para trás, para me certificar se são vocês.
( Com o maior respeito do mundo, porque sei que nunca vão ler isto.)

Começar de novo...



Não me perguntem porquê, mas tenho pensado muitas vezes nisto.


Começar de novo pode ter a beleza de um poema épico, como a acidez de superar uma derrota. A todos os instantes temos de recomeçar...

Do conceito mais simples ao mais complexo, o recomeço é constante. Começamos todos os dias um dia novo, ou começamos de vez em quando uma vida nova. Os dias são fáceis a vida nem sempre.

Comecei muito poucas vezes de novo, mas soube-me tão bem. Gosto daquela energia do: Ora-vamos-lá-agora-é-que-vai-ser, é pura adrenalina...

Mas ao mesmo tempo é mesmo muito difícil. São escolhas, caminhos a definir, rotas a traçar e isso dá imenso trabalho, rouba-nos imensa energia, obriga-nos a pensar, escolher...

Eu, e o meu diletantismo, unicamente superado pelo meu caro João da Ega, adoro e temo começar de novo, com a mesmíssima intensidade.

" O porvir será sempre uma abstracção inescrutável e oclusa." Será Camilo?!?

Tenho dias assim...

Secretaria da minha escola, eu a trabalhar na hora de almoço, sem Internet...



Miúdo: - Óooo minha senhora, os códigos para os computadores do 6º ano, já beúm?

Eu: - BEÚM????

Miúdo: - Sim!!! Quero saber se já beúm...

Eu: - É VIERAM !!!

Miúdo: - Então dê-me o meu!

Eu: - Ouve, ainda não temos códigos para o 5º e 6º anos...

Miúdo: - Mas o da minha prima, já beúm!?!

Eu: - De que ano é a tua prima?

Miúdo: - Do 9º!!!

Eu: - Faz-me um favor... num beúm cá mais hoje.

Quero ser a primeira a dizer: Feliz Natal

Send your own ElfYourself eCards

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Palermice # 9

Estou tão lenta que não percebi isto á primeira.

Estou numa fase que levo tudo à letra...

Espero estar bem melhor amanhã.

As melhoras para mim.

Olha só que bonito...

concordo, concordo e concordo.

Eu até nem gosto muito de concordar... mas desta vez, concordo sim senhor!

Ora vejam...

Quem pode discordar!?

Ontem aprendi...

... que existe VODKA PRETA, também podem chamar vodka negra ou black vodka.

... é normalmente bebida com pimenta preta;

... e a língua fica preta.


1 - No meu tempo não havia destas coisas;

2 - a pimenta era coisa a evitar;

3 - ninguém, mas absolutamente ninguém queria sair à noite com a língua preta.


Apesar de tudo vou provar, mas sem pimenta e de palhinha... podem pensar que ando a comer chocos com tinta!

Kem tem K sempre EsK.



Era genial.

Gostava tanto dela que até a minha cadela se chamava K.

Mas atenção guardo religiosamente quase todos os números. E digo quase porque me faltam mesmo muito poucos... nestas coisas sou mesmo materialista e ranhosa.

Ahh!!! E tenho a numero 1... nhé, nhé, nhé

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Mais nada...

Imagem copiada daqui.

domingo, 16 de novembro de 2008

Espaço 1999



o meu irmão obrigava-me a dizer sem parar:

- Eu quero que o Espaço 1999 nunca mais acabe.

Não resultou com a série. Mas foi assim que me tornei benfiquista.

Coração Independente - Joana Vasconcelos

desta vez usou talheres de plástico para recriar a filigrana minhota.

Eu adoro esta mulher!!!

Da felicidade...








Ultimamente tenho pensado muito nesta palavra.

A palavra é linda, gosto de a escrever, começa por F, uma letra forte, gosto de a sentir.
Não tenho entrado em grandes divagações, se sou ou não feliz, mas sim quando sou feliz. Penso que ninguém é sempre feliz, temos é mais ou menos momentos de felicidade.
Eu tenho muitos momentos de felicidade, não tenho tudo aquilo que dá felicidade à maioria das pessoas, mas ...

RAIOS!!!! Eu sou mesmo feliz.

Não preciso de muito para o ser, basta duas coisas, simples e imprescindíveis: amar e ser amada.

Esse amor não precisa de ser entre um homem e uma mulher, é amar os filhos, a família, os amigos e sentir-se amada por eles. Mas se a tudo isto juntarmos alguém que é parte de nós, que está presente a cada minuto, que nos faz estremecer sempre que nos olha nos olhos, então essa felicidade é indizível.

Por isso vou continuar a ser feliz, mesmo sem o carro novo, a quinta no Douro e o motorista indiano de 35 anos...
é que a felicidade não é a estação de chegada, mas sim uma forma de viajar.

sábado, 15 de novembro de 2008

JURA

Sobre o amor...

... vale sempre a pena ler o que ele escreve.

Boris Vian

BOM-DIA, CÃO
[BONJOUR, CHIEN]


Avisto na rua um cão
Digo-lhe: como vais, cão?
Pensa que me responde?Não?
Pois bem, mas ele responde-me
E isso não é da sua conta
Agora quando se vêem pessoas
Que passam sem sequer reparar nos cães
Sentimos vergonha pelos seus pais
E pelos pais dos seus pais
Porque uma tão má educação
É coisa que requer pelo menos... e não estou a ser generoso
Três gerações, com uma sífilis hereditária
Mas, para não vexar ninguém, devo acrescentar
Que um número considerável de cães não falam commuita frequência

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Nós... ás vezes, muito poucas vezes mesmo.


Amanhã...



é SEXTA - FEIRA!!!!

Um dia importante para muitos e um dia normalzinho para mim! Assim o espero...

Se tiver novidades conto, se não tiver não conto ... paciência.

Se me sair o euromilhões não conto, se não me sair...paciência.

A Pergunta

Todos os dias de manhã, chego à escola na companhia do Fernando Alves. Isto é como quem diz, vou a ouvir a TSF. Na verdade gosto de começar o dia com ele, é dos poucos homens que me faz chorar e eu gosto.
O Fernando Alves é também o meu "relógio", tenho mesmo de o ouvir a chegar à escola, se o ouço na ponte é sinal que estou muito atrasada. Por isso depois de reboliço matinal, com ele encontro os cinco minutos que preciso para encarar o dia.
Hoje o tema era acerca de uma deputada do PP espanhol, acusada de não participar nos trabalhos parlamentares, e de nunca ter feito uma única intervenção.
A senhora, cujo o nome não fixei, apresentou no dia seguinte uma lista de 5.195 perguntas, todas dirigidas ao ministro do interior.
Repito: 5.195 perguntas feitas de uma vez a um homem.
.
Não tenho a mestria das palavras do Fernando Alves, por isso deixo-vos com ele.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bocage

Diz a lenda que Bocage, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

- "Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?"

Mundo Catita

Atenção: dia 23 deste mês estreia a série Um Mundo Catita, na RTP 2.

Parabéns Sir Barrilaro, desta vez estou na primeira fila!!!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ana Serrano



Olha só que lindo.

Uma escultura feita em papelão.

Tem 1,60 mts e foi feita pela Ana Serrano.

Vale a pena ver os detalhes aqui.

Pode querer esta cidade para si!

O tempo






Houve um tempo em que o tempo era meu.


Tinha muito tempo, tempo de sobra, tempo para tudo e não fazia nada. Gostava de medir o tempo, pulso sempre adornado, armário repleto de relógios e o encanto de os poder ouvir ao mesmo tempo.


Mais tarde houve um tempo que parou e outro que desatou a voar. Perdi o meu tempo. Parei de o medir e passei a consumi-lo, planeá-lo, persegui-lo. Acordo a pensar no tempo que tenho, tudo tem de ser a tempo, não se pode falhar um minuto. Um milésimo de segundo provoca uma catástrofe em cadeia.


Não tenho tempo para fazer metade do que queria e faço o dobro que o tempo me permite.


E assim passa o meu tempo, e eu vivo, corro, flutuo. Não há tempo a perder, por isso já não uso relógio.

Há dias...

em que os comentários são melhores que as mensagens.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

DE TANTO SE VEREM

De tanto se verem
Há palavras que vos poriam doentes
Palavras conhecidas mas muito perigosas de manejar
A não ser que sejam rodeadas de música
Também há quem meta açúcar nas amêndoas amargas
Palavras como areia, erva
Como sol, como deitados lado a lado
Como pele dourada, como cabelos louros
Como dentes brilhantes e lábios salgados
E depois outras palavras, ainda mais perigosas
«Ninguém à vista, podemos seguir»
E as mais perigosas de todas:
«É ainda melhor à quinta vez.»
Felizmente, que há carradas de aeronaves
A fabricarem fenomenologia a granel
E a meterem-vos bombas atómicas de atravesso pela goela...
Peço desculpa… o sopro da inspiração...
Não é todos os dias que a musa nos visita.

BORIS VIAN (1920-1959)

Pois é...



...este senhor ganhou com exactamente 50% dos votos.

Perante esta votação podemos concluir que:

- os meus ilustres leitores gostam de chocolate;

- os meus ilustres leitores não querem saber de calorias, nem de dietas;

- os meus ilustres leitores tem muito bom gosto!

PS - Só quero ver quem vai destronar a FRANCESINHA do Manjar das Francesas...

Palermice # 8

Sempre tive vontade de entrar num restaurante e fazer o pedido ao contrário.
Primeiro o café, depois a sobremesa, logo a seguir o prato escolhido e finalizava com uma sopinha para aquecer.
Como percebem, fazer isto sozinha é arriscado.
Como percebem é difícil encontrar alguém que alinhe...

Hoje aprendi...



que também se pode chamar a isto FLIP -FLOPS.

No meu tempo era chinelo de meter o dedo, agora dizemos Havaianas que é mais chique, mas não tarda nada vou entrar numa sapataria e perguntar:

- Tem Flips-Flops, dourados tamanho 37?

Vamos lá ver o que me vai aparecer à frente...

sábado, 8 de novembro de 2008

O calor da tua mão.

Gosto do calor da tua mão. Gosto quando me dás a mão, não por medo ou insegurança, mas por partilha e por cumplicidade. Não preciso de muito mais, basta me dares a mão e sorrires que o meu sorriso já não desaparece mais.

Na tua mão, transpirada, lambuzada encontro mais que o conforto do teu calor, encontro aquele carinho, aquela presença que quero constante.

Na tua mão que cresce a olhos vistos, com as unhas sempre roídas encontro a estabilidade e a mudança constantes.

Na tua mão gosto de ver a mão da tua irmã, quando a ensinas e a proteges.

O meu mundo está nas tuas mãos.





QUE RAIO DE NOVIDADE!







Eu não estava a pensar viajar tão cedo, mas sendo assim... vou de barco, que não sou nada dada a modernices.

" UM PRESENTE CHEIO DE NATAL"






Lembram-se desta campanha da Imaginarium?


Por aqui já começaram os trabalhos, mas a caixa ainda não se fechou porque até Domingo cabe sempre mais qualquer coisa.




A decoração e o conteúdo ficaram a cargo da Francisca, a mãe só usou a Super Cola 3, porque não precisamos de mais catástrofes.




A sério???

"Conservo aú en mi una enorme cantidad de alegría que no habré encontrado la manera de gastar."


Dos diários de André Gide, 19 de julho de 1905

And the answer is....

SUBTERRÂNEOS DE TÓQUIO.

Vale a pena ver o resto aqui.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Puzzle?

Rene Magritte - The Son of Man

"Tudo o que vemos esconde outra coisa, e nós queremos sempre ver o que está escondido pelo que vemos".


Tenta...



adivinhar o que é isto?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sabemos que estamos demasiado tempo em casa...

... quando desejamos bom fim de semana, à quinta - feira.

Os meus aneis.

Quem me conhece sabe que adoro anéis, pulseiras e brincos, não necessariamente por esta ordem.
Hoje encontrei este anel, não sei a marca nem o preço, muito menos onde comprar, mas esta imagem não me saiu mais da cabeça. O anel tem uma inscrição em alto relevo, e a frase nele inscrita fica gravada na pele.
Não sei se gosto ou se detesto. Adoro anéis com mensagens, daquelas que só nós sabemos e não queremos partilhar com ninguém. Gosto da marca que o sol deixa nas nossas mão quando tiramos um anel. Mas este conceito não sei se gosto, parece que nos quer marcar, como um ferro quente.
Os anéis, marcam sim e muito. Marcam momentos, selam compromissos, fazem-nos viajar muitas das vezes, mas é uma marca doce que fica na nossa memória, que nos faz sorrir ao olhar para ele. Tenho memórias e historias guardadas nos meus anéis.
Não quero um anel que me marque a pele, gosto quando um anel me marca a vida.
PS- não podia falar de anéis sem referir, que continuo muito grata a quem levantou o chão da cidade por causa de um anel meu.
É que esse era o anel da minha vida.

Sabemos que...


Sabemos que a Leonor está a melhorar quando:

1 - nos tenta rachar a cabeça com o comando.

2 - nos tenta rachar a cabeça com qualquer coisa quando escondemos o comando.

3 - bate com a cabeça nas cadeiras mais de 15 vezes por dia.

4 - nos tenta perfurar o umbigo, até ficarmos com a barriga vermelha.

5 - come 3 pratos de massa seguidos.

6 - nos lambe a cara vezes sem fim a tentar dar um beijinho.

É bom estares de volta pequenina!!!

Lindo, lindo, lindo...

Imaginem aquele desenho do vosso filho, aquele que ficamos completamente babados e achamos que nasceu um artista.
A artista plástica Lee Skalkos ,recria para a posteridade, aquela obra de arte num alfinete em prata.
É uma boa dica para uma prenda de Natal, para qualquer mãe babada.
Ora digam lá quem vos mostra coisas bonitas...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Não são as riscas....



Hoje na TVI uma apresentadora dizia que: " as cinquenta riscas da bandeira Americana,

simbolizam os Estados..."

A culpa é de certas pessoas que não actualizam os blogs, e eu presa em casa só me resta ver televisão...

Obama





De tudo o que li hoje.


Este foi o meu preferido.


Boa Cris.

Digam lá...

... se não é uma maravilha, ter os nossos brinquinhos todos direitinhos sem ter de procurar o par pelas caixas todas!!!

Podem comprar esta maravilha aqui.

Conheço algumas leitoras que vão precisar de vários...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Adenda ao post anterior:

O frigorifico da imagem não tem nada a ver com o meu.

Posso parecer louca, mas não sou doida...

O nosso frigorífico.

Hoje ao ver este frigorífico lembrei-me do frigorífico lá de casa.
Na casa da Avó Linda, vulgo nossa casa, o frigorífico era pequeníssimo, não tinha congelador era quase um Frigo Bar. No Salvação, tínhamos um Badicol, não sei se é assim que se escreve a marca, que com certeza já não existe, mas era lindo. Era grande, arredondado era tão bonito que ate tinha um sitio de destaque. Acho é que não tinha muito uso...
Só me lembro de ter lá dentro iogurtes, não me lembro de ter fruta, água, queijo, essas coisas normais que todos temos no frigorífico. Só me lembro dos iogurtes de banana, morango ou tutti-frutti, todos tinham o mesmo sabor e por isso colocavamos colheres e colheres de açúcar. O meu avô reclamava que os cristais de açúcar pareciam agulhas na placa e nós delirávamos sempre que ele comia um.
Nesse tempo não havia cereais, nem Bolicaos, nem hamburgers, nem quase tudo que hoje faz parte da alimentação dos nossos filhos. Nesse tempo se estávamos doentes comíamos canja, leite creme e maçã cozida. O leite era branco, aquecido num fervedor e quando muito punhamos Ovomaltine,mais tarde destronado pelo Cola Cao.
As torradas eram feitas no fogão num utensílio que ainda hoje não sei o nome, e a manteiga era muita porque não se falava em colesterol. Na Páscoa comíamos Pão de Ló quente até vomitar a bílis e no Natal a mistura de doce de ovos com queijo da serra voltava a ser fatal.
Era realmente tudo muito diferente, mas nunca tivemos bronquiolites, gastroenterites e outras ites que me põe louca e me fazem estar agora a escrever estas coisas...
Já agora, um dia ganho coragem e conto o que fizemos ao Badicol...

A quem possa interessar...

foi esta menina que me arrancou a barra de espaços.