Liga-me no dia dos namorados, porque não pode passar sem me dar um beijo...
Pede desculpa, porque achou que fazia anos no dia 12, não sabia que já era dia 14...
Conta que se lembrou de mim aquela hora, porque foi dar de comer à burra.
O meu melhor amigo, tem uma burra, lembra-se de mim a vê-la comer e ainda não sabe o dia dos meus anos, 20 anos depois de me conhecer...
Agora digam-me como é que eu resisto a um tipo destes?!?
Não resisto, adoro-o com todo o meu coração.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
As tulipas da Mariinha.
Há uns anos atrás eu não ligava muito a flores, hoje vejo em cada uma delas pequenos milagres, pequenas obras de arte.
Obrigada Mariinha, pelas tulipas, pelo carinho, por ser quem é e partilhar isso conosco.
terça-feira, 11 de maio de 2010
7 anos depois...

Estivemos imensos anos sem falar.Não porque nos tivessemos zangado, mas porque o tempo e a falta dele se encarregou de nos afastar.
Nasceu gente, morreu gente, houve casamentos, divórcios e mais sei lá o quê...Mas hoje ela ligou-me e afinal parece que estivemos 2 ou três semanas sem falar. Descarregamos a bateria, o saldo as lágrimas e as gargalhadas...
Estou feliz como o caraças! É pá... a Isabel de Amarante ligou!!!!
Nasceu gente, morreu gente, houve casamentos, divórcios e mais sei lá o quê...Mas hoje ela ligou-me e afinal parece que estivemos 2 ou três semanas sem falar. Descarregamos a bateria, o saldo as lágrimas e as gargalhadas...
Estou feliz como o caraças! É pá... a Isabel de Amarante ligou!!!!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Há pessoas...
...que tem o 12º ano de Humanísticas, a Licenciatura em Relações Internacionais e percebem tudo de medicina...Esta coisa de ser viciado em series... dá nisto. Pior sou eu que ainda vou em consultas!!!!
ADENDA: TINHAS RAZÃO DRA. ANA MIGUEL! Não é que o raio da série ensina mesmo...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Hoje...

Hoje saí com uma seguidora. Não uma seguidora de blogue, mas de vida. São vinte anos de amizade, numa vida de trinta e cinco, feitas as contas somos seguidoras uma da outra há muito tempo.
Essa amizade, traduz-se numa cumplicidade imensa, não é preciso dizer o que quero o que gosto, porque ela sabe. Sabe que não gosto de andar de sacos na mão, sabe que tem de caminhar sempre do meu lado direito, porque do ouvido esquerdo só ouço quando me convém. Sabe quais são as lojas que gosto e as que não vale a pena entrar, sabe onde e como gosto de lanchar.
Por isso uma tarde de compras, risos e histórias é sempre a melhor das tardes. Faz-me lembrar tempos antigos, daqueles que riamos até à exaustão. Passou tanto tempo e estamos as mesmas. E isso é absolutamente fascinante e quero que seja assim para sempre. Em vez de comprarmos vestidos e pulseiras, compraremos roupa para os netos ou mesmo caixas de Super Corega 3, mas será sempre no meio de risos, confidências e cumplicidade.
Hoje poderia ter falado na pipa de massa que gastamos, ou de como andamos perdidas quase uma hora dentro do Ikea, ou mesmo contar a toda a gente que andamos vinte e cinco minutos à procura do carro no parque de estacionamento, mas tudo isso só teve graça porque foi contigo.
PS - claro que perder o carro e andar com um segurança à procura, a comunicar com outro que andava de mota à procurar o bolide, só contigo, mas é por isso que eu gosto tanto de ti.
domingo, 7 de junho de 2009
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Os meus aneis.
Hoje encontrei este anel, não sei a marca nem o preço, muito menos onde comprar, mas esta imagem não me saiu mais da cabeça. O anel tem uma inscrição em alto relevo, e a frase nele inscrita fica gravada na pele.
Não sei se gosto ou se detesto. Adoro anéis com mensagens, daquelas que só nós sabemos e não queremos partilhar com ninguém. Gosto da marca que o sol deixa nas nossas mão quando tiramos um anel. Mas este conceito não sei se gosto, parece que nos quer marcar, como um ferro quente.
Os anéis, marcam sim e muito. Marcam momentos, selam compromissos, fazem-nos viajar muitas das vezes, mas é uma marca doce que fica na nossa memória, que nos faz sorrir ao olhar para ele. Tenho memórias e historias guardadas nos meus anéis.
Não quero um anel que me marque a pele, gosto quando um anel me marca a vida.
PS- não podia falar de anéis sem referir, que continuo muito grata a quem levantou o chão da cidade por causa de um anel meu.
É que esse era o anel da minha vida.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Pois é...
Já passaram 17 anos.
In illo tempore, nós éramos uns baldas. Isso mesmo meu velho, os baldas!!!
Faltavamos às aulas para ficar a fumar no café do Sr. José.
Faltavamos às aulas para visitar antiquários.
Faltavamos às aulas por qualquer coisa.
Acho mesmo que só quando o professor faltava, nos dava uma vontade tremenda de ter aulas...
Foram muitos anos assim, sem aulas... mas contigo aprendi a gostar de Baudelaire, a distinguir a Art Nova do Art Deco, aprendi a ser grande parte do que sou hoje, talvez a melhor parte.
O tempo passou e nós trocamos as noites no Labirinto, pelas noites de insónia animadas pelos nossos filhos (cada um com os seus... note-se bem).
Trocamos a mesa do Majestic, por uma secretária atafulhada de trabalho.
Trocamos as nossas Queimas, por festas de aniversário crivadinhas de canalha.
Pois é JP, já passaram 17 anos, parece que crescemos... mas não tem mal, cada vez que nos vemos regressa a parvalheira da adolescência.
Confesso aqui publicamente que adoro quando me chamas Palonça.
Hoje vou ao Google ver o significado... falamos depois sff.
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