Torino
Pórticos encandeados por candelabros góticos
Barram auriferamente mentes que admiram
Picos de beleza em riqueza de ricos
Em pormenores que nunca prostram
Enquanto a sombra da estatua
De David, dá leveza a quem flutua
Em correntes de rios cerebrais
Iluminados por magníficos canais
Solto-me ao aroma do Pó
Em escuras catacumbas
Isolado entre penumbras
Até sentir o orvalhar
Do eco do Alter-Ego a ralhar
E sacudo o arrepio
João Matos, em Volátil
UMA ESTADIA NO VALE DO GAIO
Há 17 horas

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